De acordo com notícia divulgada esta semana pela FCDL‑MG, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central optou por manter a taxa Selic em 15% ao ano na sua reunião de 30 de julho. A decisão, tomada de forma unânime, interrompe o ciclo de aumentos iniciado em setembro de 2024, mas mantém os juros no maior patamar desde julho de 2006.
A FCDL‑MG considera que, mesmo com a necessidade de controle inflacionário, o patamar atual da Selic impõe sérios obstáculos ao setor produtivo. Segundo a instituição, juros elevados encarecem o crédito, reduzem o consumo, desestimulam o investimento e impactam especialmente os pequenos e médios empresários mineiros.
Outras entidades do setor, como CDLs e associações comerciais de grandes centros, reforçam que a curva de juros dificulta o acesso ao crédito e limita o ritmo de vendas. A FCDL‑MG ressalta a necessidade de que a política monetária seja acompanhada por ações fiscais e tributárias que deem suporte à economia real e ao comércio local.
A CDL Itajubá compartilha essa visão e reforça que é fundamental haver equilíbrio entre o controle da inflação e o estímulo ao crescimento. Para tanto, avalia ser urgente que o governo federal adote medidas de responsabilidade fiscal, revisão tributária e incentivos ao investimento, criando condições para que o Banco Central retome um ciclo de juros mais reduzidos, contribuindo para reaquecer a atividade econômica no varejo e demais setores.
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Fonte: FCDL-MG / CDL Itajubá.